24 de outubro de 2013

Esquitossomose - Cuidados necessários

Bom dia!
Durante a semana falamos sobre a Esquistossomose e aprendemos aspectos importantes sobre o seu ciclo evolutivo, incluindo a gravidade da doença.
Como observamos, combater a doença requer medidas simples e acessíveis. A seguir confira algumas dicas:
* Fique de olho às questões de higiene básica e saneamento ambiental. Evite contato com a água represada ou de enxurrada que pode estar infestada com o parasita (lembre-se que em uma fase de seu ciclo, o verme necessita de água doce!);
* Os caramujos podem ser combatidos de várias maneiras diferentes: por controle biológico, químico e das condições do meio ambiente. Como seu habitat natural preferido são lugares com pouca água e correnteza, algumas medidas podem ser tomadas como drenar, aterrar ou aumentar a velocidade da água na área em que vivem. O controle biológico pode ser exercido por animais que se alimentam dos caramujos, como peixes ou patos;
* Use roupas adequadas, botas e luvas de borracha se precisar entrar em contato com águas supostamente infectadas;
Sabemos que cabem às autoridades sanitárias a destruição do habitat das larvas e o trabalho de informar a população. Isso não isenta ninguém da responsabilidade de alertar as pessoas, principalmente aquelas que vivem em áreas consideradas infectadas. Nesse sentido que sua EMS favorita continuará se esforçando para mantê-lo informado sobre essa e muitas outras doenças.

Até mais!

23 de outubro de 2013

Esquistossomose - Sintomas

Bom dia querido leitor,
Agora que já compreendemos como se transmite a Esquistossomose, estamos prontos para entender seus sintomas. A doença tem uma fase aguda e outra crônica.
Na fase aguda, ocorrem manifestações clínicas como coceiras e dermatites, febre, dor de cabeça, calafrios, suores, fraqueza, dor muscular, falta de apetite, tosse, diarréia, enjôos, vômitos e emagrecimento. Ao surgir estes sintomas, o indivíduo precisa procurar imediatamente um atendimento médico para que todos os procedimentos necessários sejam tomados. Assim como em qualquer outro caso, a auto-medicação não deve ser adotada pelo paciente.
Na forma crônica a diarréia se torna mais constante, alternando-se com prisão de ventre, podendo aparecer sangue nas fezes. Além disso, o paciente pode sentir tonturas, dor na cabeça, sensação de plenitude gástrica, prurido anal, palpitações, impotência, emagrecimento e endurecimento do fígado, com aumento do seu volume. Nos casos mais graves, da fase crônica, o estado geral do paciente piora bastante, com emagrecimento, fraqueza acentuada e aumento do volume do abdômen, conhecido popularmente como barriga d’água.
Pronto! Após os sintomas terem sido analisados, concluímos que a doença é grave e precisa ser combatida. Mas como fazer isso?Fique ligado amanhã tem post novinho!
Fonte: 


22 de outubro de 2013

Esquistossomose – Transmissão

Olá leitor,
Hoje o post promete! Para entender a Esquistossomose, talvez sejam necessárias algumas explicações.
O ciclo evolutivo do parasita Schistosoma mansoni necessita obrigatoriamente de hospedeiros. Um hospedeiro é o organismo que serve de habitat para outro que nele se instala encontrando condições adequadas para sua sobrevivência. Um hospedeiro pode ser classificado em:
Definitivo – o que abriga o parasita durante sua atividade sexual (reprodutiva)
Intermediário – o que abriga o parasita durante sua fase larvária (não ocorre reprodução)
Com isso em mente, fica mais fácil compreender essa terrível doença. Vamos começar?!
Ovo do Schistosoma mansoni
Uma pessoa contaminada permite que outros adquiram a doença ao defecar em rios, córregos e outros ambientes de água doce ou quando suas fezes são levadas pelas enxurradas. As fezes de um indivíduo doente liberam ovos do verme Schistosoma mansoni. Em contato com a água doce, os ovos liberam larvas, chamadas miracídios.

Larva Miracídio
Os miracídios só continuam o ciclo evolutivo se encontrarem o caramujo planorbídeo do gênero Biomphalaria (possuem como característica principal concha achatada nas laterais e cor marrom acinzentada). Quando se alojam no caramujo desenvolvem-se e são liberadas na água como novas larvas, denominadas cercárias.
Larva Cercária
Livres na água, as cercárias penetram ativamente no organismo de seres humanos através da pele e mucosas. Por meio da circulação, viajam até o coração, pulmões e fígado. Completam seu desenvolvimento, reproduzindo-se na parede intestinal.
Complicado? Só um pouquinho, mas a EMS facilita. Confira a figura e veja se consegue explicar cada etapa do ciclo evolutivo.
Ciclo de vida

Você é capaz de identificar que são os hospedeiros definitivo e intermediário da doença? Olha como está inteligente, hein?!
Amanhã continuaremos com esse tema. Tchau! 
*Todas as fotos publicadas neste post foram pesquisadas em sites de busca da internet.

21 de outubro de 2013

Programação semanal - Esquistossomose

Bom dia leitores,
Iniciamos uma nova semana conversando um pouco mais sobre a Esquistossomose, conhecida também como barriga d’água ou bilharziose. De acordo com alguns autores, a doença de origem africana, foi introduzida no país após a vinda de negros procedentes de regiões endêmicas. A mão de obra escrava em plantações de cana, reservatórios naturais de água, condições precárias e provável existência do caramujo transmissor da endemia favoreceram seu desenvolvimento no Nordeste brasileiro. A disseminação para outras regiões do país deve-se ao avanço de novas atividades econômicas, intensos fluxos migratórios e urbanização acelerada.
Schistosoma mansoni (fêmea dentro do macho)
Causada pelo parasita Schistosoma mansoni, a doença tem o homem como hospedeiro definitivo, mas necessita de um caramujo (hospedeiro intermediário) para completar o ciclo evolutivo.  
Mais informações sobre esta enfermidade estarão disponíveis amanhã em seu blog de Mobilização Social favorito. Não esqueça!

Até mais!!

20 de setembro de 2013

Campanha Antirrábica: Posse Responsável

Antes de decidir cuidar de um bichinho, precisamos saber se estamos dispostos a seguir uma série de passos que garantem bem-estar ao animal e às pessoas do seu convívio. Que passos são esses? A EMS explica.


Passo 1: Abrigo.

Evite que seu animal fuja para a rua e se perca. Isso também oferece risco à saúde dele. Mantenha-o dentro de sua casa ou no quintal. Providencie espaço para que possa circular, protegido do sol, da chuva e do vento.

Passo 2: Passeio.


Todos nós gostamos de passear. Seu bichinho também. Quando fizer isso, leve-o com coleira e guia. Caso seja bravo, use a focinheira. Isso evita que ele seja contaminado por outros animais, roubado, provoque ou sofra algum tipo de agressão. Não esqueça:
se ele fizer “sujeira” na rua, recolha-a e jogue no lixo.

Passo 3: Alimentação.

Qualquer animal precisa ser alimentado adequadamente, de acordo com seu tamanho e idade. Ofereça comida caseira ou ração, desde que mantenha seus pratinhos sempre limpos. E não esqueça: coloque à disposição dele muita água fresca. (Olhe você evitando a Dengue!)

      Passo 4: Vacinação.

     O seu animal deve ser vacinado frequentemente contra a raiva. Para outras vacinas, tratamento de verminoses e problemas de saúde, procure um médico veterinário de confiança.

   Passo 5: Higiene.

É importante dar banho com freqüência. Nesse momento, verifique a presença de pulgas e carrapatos, ferimentos e queda de pelos. Caso ocorra, comunique seu médico veterinário.

Passo 6: Controle da reprodução.

O dono responsável evita que seu animal tenha cria indesejada e que isso gere abandono e aumento de cães e gatos nas ruas. Existem métodos para controlar a reprodução animal que podem ser definitivos ou não.

Passo 7: Carinho.

Atenção, contato físico e brincadeiras são essenciais para a saúde emocional do seu bichinho de estimação e requerem tempo.


A OPÇÃO DE CRIAR CÃES E GATOS IMPLICA EM ARCAR COM AS RESPONSABILIDADES QUE UMA POSSE EXIGE E REQUER!


*Todas as fotos publicadas neste post são pesquisadas em site de busca.



19 de setembro de 2013

Campanha Antirrábica: Prevenção da Raiva

Bom dia,
agora que já sabemos o que é a doença e quais os sintomas como podemos nos prevenir?
A melhor maneira de prevenir a raiva ainda é a vacinação de animais. Cães e gatos devem estar em dia com a vacinação. Os proprietários também precisam manter seus bichinhos de estimação sob controle, para que não corram risco de fugir e entrar em contato com animais infectados.
Animais de grande porte, como cavalos e bois, também devem ser vacinados em áreas onde já foram registrados casos de raiva. A prevenção de humanos é mais simples. Basta não entrar em contato com animais desconhecidos.
Mas caso tenha sido mordido, arranhado e/ou lambido por cão ou gato:
· Lave imediatamente o ferimento com água corrente e sabão ou detergente para eliminar a saliva do animal;
· Procure orientação médica no Posto de Saúde próximo à sua casa o mais rápido possível;
· Observe o animal durante 10 dias. Não o mate. Caso a observação não seja possível ou o animal morra, entre em contato com o Centro de Controle de Zoonoses;
· Quando o animal for de rua, localize seu dono ou responsável para obter informações sobre onde mora e sua condição de saúde. Acompanhe o animal por 10 dias seguidos;
· Em caso de agressão por morcego, mico (sagüi) ou outro animal silvestre, procure o Posto de Saúde imediatamente.

*Fonte: Cartilha distribuída pelo CCZ
*Todas as fotos publicadas neste post foram pesquisadas em sites de busca.

18 de setembro de 2013

Campanha Antirrábica: Sintomas da Raiva

Bom dia leitores!
Hoje analisaremos como identificar um animal ou ser humano contaminado com o vírus rábico. Preparem-se, este post está repleto de informações!

Sintomas nos animais

· Mudança brusca de comportamento: O animal torna-se agressivo, inquieto, talvez caminhe longas distâncias, mordendo qualquer coisa que apareça no caminho.
· Cachorro e gato ficam como se estivessem mordendo o ar, com muita persistência.
· Latido rábico: em cachorros doentes o latido torna-se diferente, parece um uivo rouco, com uma nota final marcante.
· Salivação abundante e pegajosa.
· O animal se recusa a comer.
· Talvez deseje beber, mas com muita dificuldade.
· Paralisia das patas traseiras.
· Os gatos apresentam alguns dos sintomas acima, mas procuram também por sombra e descanso.

Sintomas humanos

A doença atinge o sistema nervoso central, provocando aparente insanidade mental. Após o vírus se instalar no sistema nervoso, o primeiro sinal é a ansiedade. O doente tem dificuldade em dormir e repousar. Em seguida vem paralisia muscular, que começa nas pernas e termina na cabeça. Há também incapacidade de engolir líquido, o que resulta em sufocamento. Ao final, os músculos respiratórios são afetados e, em no máximo sete dias, a pessoa morre por asfixia.
A pessoa infectada desenvolve medo de água e luz. "A dor que o doente sente ao tentar ingerir água e ao receber um facho de luz no olho fazem com que ele sinta medo de água e de luz", disse representante do Instituto Pasteur. Por este motivo, a doença é conhecida também como hidrofobia (Hidro - água; Fobia - medo)
Infelizmente, quando os sintomas aparecem é muito difícil o doente sobreviver. Se você foi agredido por qualquer animal, apresentando ou não os sintomas acima, procure imediatamente ajuda médica. Nesta doença, a demora pode custar sua vida!
*Todas as fotos publicadas neste post foram pesquisadas em sites de busca.